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23ª EDIÇÃO PRIMAVERA DOS POETAS

Escrito por em Março 24, 2021

25 MARÇO
MOMENTOS LUSÓFONOS
“O DESEJO”

 

 

MÁRIO MÁXIMO, OLINDA BEJA, JOSÉ LUÍS PEIXOTO E CRISTINA SEMBLANO
UNIVERSIDADE JEAN MONNET ST. ETIENNE

 

Leitorado Camões I.P. em Saint-Étienne

O Lectorado e o Grupo de Estudos Portugueses da Faculdade de Letras, Letras da Universidade Jean Monnet de Saint Etienne, organizam a 23ª edição da Printemps des Poètes que passa a ser Printemps du Désir. Seguindo os passos de Fernando Pessoa, esta nova Primavera dos Poetas oferece uma interessante viagem a um espaço sideral, um espaço de estrelas do desejo.
De 13 a 29 de março, “seremos transportados pelos desejos de Fernando Pessoa para outro lugar, pelo desejo de liberdade de Rimbaud, pelos desejos trágicos de Shakespeare e tantos outros … Às vezes festiva, amorosa ou contemplativa, a poesia dará vida ao nosso desejo de primavera!” disse em seu discurso a Ministra da Cultura no lançamento do programa.
Em Saint Etienne, a Printemps des Poètes passa pela Universidade Jean Monnet no dia 25 de março, com uma homenagem a toda a poesia arrasada na língua portuguesa, com quatro encontros com os escritores Mário Máximo, Olinda Beja, José Luís Peixoto e Cristina Semblano, seguidos por uma mesa redonda em torno do tema do Desejo.
O evento decorrerá à distância através da plataforma LusoJornal. Esta atividade cultural é organizada pelo Grupo de Estudos Portugueses da Universidade Jean Monnet em colaboração com o LusoJornal, a Biblioteca Universitária, a Faculdade de Letras e Letras e o apoio do Camões I.P-Instituto da Língua e da Cooperação.
Participantes:
José Luís Peixoto
Nascido nas Galveias em 1974, na região do Alentejo, José Luís Peixoto foi distinguido com um número impressionante de prémios literários: Prémio jovens criadores (1997, 1998, 2000), Prémio José Saramago (2001), Prémio de poesia Daniel Faria (2008 ), Prémio Cálamo Outra Mirada (2008), Prémio Libro d’Europa (2013), Prémio da Sociedade Portuguesa de autores (2013), Prémio Oceanos (2016). A Universidade Jean Monnet já havia recebido o escritor em 2014, poucos anos após as primeiras versões francesas de suas obras: “Sans un respect” (2003), “Une maison dans les ténèbres” (2006), “Le cimetière des Pianos” ( 2008), “Livro” (2012), “A morte do pai” (2013), “Enxofre” (2017). José Luís Peixoto escreve romances, travelogues, poesia e teatro. De 2000 a 2015 publicou os romances “Morreste-me” (2000), “Nenhum Olhar” (2000), “Uma casa na escuridão” (2002), “Antídoto” (2003), “Minto Até ao Dizer que Minto” (2006), “Cemitério de Pianos” (2006), “Hoje Não” (2007), “Cal” (2007), “Livro”, (2010), “Abraço” (2012), “Dentro do Segredo” (2013) ), “Galveias” (2014), “Em teu belly” (2015). Também produziu poesia e teatro, destacando-se: “A Criança em Ruínas” (2001), “A Casa, a Escuridão” (2002), “Gaveta de Papéis” (2008); e o mais recente “Regresso a Casa” (2020). No que diz respeito à produção dramática, podemos recordar as peças “Anathema Estreada” (2006), “À manhã estreada” (2007) e “Quando o Inverno Chegar” (2007).

Olinda Beja
Nasceu em São Tomé e Príncipe em 1946 e atualmente vive em Portugal. Estudou Letras Modernas na Universidade do Porto e posteriormente ensinou português e francês enquanto se dedicava à escrita. Ela esteve em um período de sua vida ensinando Língua e Cultura Portuguesas na Suíça. Sua obra, já vasta, reflete temas como Desejo, Beleza, Mal, Luto, Sexo, Emigração e a Mistura de Culturas. Olinda Beja recebeu, em 2013, o Prémio Prémio Francisco José Tenreiro pela sua obra “Grão de Café”. Outros títulos enriquecem sua criação poética: “Bô Tendê?” (1992), “Leve, Leve” (1993), “No País de Tchiloli” (1993), “Quebra-Mar” (2001), “Água Crioula” (2002), “Aromas de Cajamanga” (2009), “ O Cruzeiro do Sul ”(2012),“ In Sombra do Oká ”(2015). Nosso autor também escreveu romances, contos e contos infantis: “Dias de Regressão” (1994), “Uma Pedra de Villa Nova” (1999); “Pingos de Chuva” (2000), “A ilha de Izunari” (2003), “Pé-de-Perfume” (2004), “Um grão de café” (2013), “Tomé Bombom” (2016), “Chá do Principe ”(2017).

Mário Máximo
Nasceu em Lisboa a 19 de setembro de 1956. Continua a ser um autor envolvido com os estudos de Língua Portuguesa da UJM na promoção e divulgação da Lusofonia. Com mais de 20 obras publicadas (do romance, do teatro, crónicas, contos e poesia), aqui se mencionam os títulos das suas novelas: “A Ilha”, “O Infausto Quarteto”, “O Heterónimo de Camões” (planeado pela tradução francesa), “O Diário dos Silêncios”. De referir ainda a recente publicação, 2020, do seu conto / conto “Quarentena ou a Liberdade Dentro de Uma Caixa” e do livro de crónicas “O Gosto da Palavra – Cem Crónicas Depois”. A produção dramatúrgica também está presente na obra de Mário Máximo: “Apelido e O Homem como Tinha a Música na Cabeça”. Apresentação do mais recente livro de poemas “AS PORTAS DA NOITE” (‘Edições Fénix’).

 

 

Cristina Semblano
Natural de Ovar, Cristina Semblano é doutora em Ciências da Gestão pela Universidade de Paris. Atualmente mora em Paris onde atua no setor econômico. Ela também leciona economia na Universidade de Paris III – Sorbonne Nouvelle. Cristina Semblano segue uma carreira bastante diversa: é economista, professora, jornalista e poetisa. Ela frequentemente publica poesia em jornais e revistas literárias. Publicou ainda dois livros de poemas: “A minha Língua, Confissões em português e em francês” (2004) e “O Murmúrio do poço” (2011). Cristina Semblano publica regularmente textos sobre economia em revistas especializadas (Portugal e França) e colaborou na redação do livro Portugal 1974-2014, da revolução ao colapso do modelo neoliberal (2014); e publicado nesse mesmo ano na revista Debates “Hopes for Alternative Logics in the World”.

 


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