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ALMOÇO DE DOMINGO

Escrito por em Março 12, 2021

PRÉ-LANÇAMENTO – ENVIO A PARTIR DE 25-03-2021
Um romance, uma biografia, uma leitura de Portugal e das várias gerações portuguesas entre 1031 e 2021. Tudo olhado a partir de uma geografia e de uma família.
Com este novo romance de José Luís Peixoto acompanhamos, entre 1931 e 2021, a biografia de um homem famoso que o leitor há de identificar — em paralelo com história do país durante esses anos. No Alentejo da raia, o contrabando é a resistência perante a pobreza, tal como é a metáfora das múltiplas e imprecisas fronteiras que rodeiam a existência e a literatura. Através dessa entrada, chega-se muito longe, sem nunca esquecer as origens. Num percurso de várias gerações, tocado pela Guerra Civil de Espanha, pelo 25 de abril, por figuras como Marcelo Caetano ou Mário Soares e Felipe González, este é também um romance sobre a idade, sobre a vida contra a morte, sobre o amor profundo e ancestral de uma família reunida, em torno do patriarca, no seu almoço de domingo.
José Luís Peixoto regressa ao romance com «Almoço de Domingo». A vida, a memória e a família juntam-se em volta de uma mesa, com inspiração na figura de Manuel Rui Azinhais Nabeiro.

Na véspera de cumprir 90 anos, um homem recorda o longo caminho da sua vida – este é o cenário de «Almoço de Domingo», o novo livro de José Luís Peixoto, um romance biográfico que reconstrói parte da história portuguesa, olhada a partir de uma geografia própria e de uma família. Chega às livrarias a 25 de março.

«Almoço de Domingo» decorre entre 1931 e 2021: é a história do senhor Rui, um homem marcante que revisita a sua vida, as suas memórias e recordações. Trata-se de um romance biográfico – próximo de uma biografia romanceada – de uma figura pública portuguesa, Manuel Rui Azinhais Nabeiro, personagem ímpar, com tanto de enigmático como de notável e generoso. A sua vida é um filme cheio de aventuras, enredos de risco, apostas políticas ou de negócios, e segredos nunca contados por detrás de um sorriso. Até hoje.

Em pano de fundo, o Alentejo da raia, onde o contrabando é a resistência contra a pobreza, tal como é a metáfora das múltiplas e imprecisas fronteiras que rodeiam a existência e a literatura. Através dessa entrada, chega-se muito longe, sem nunca esquecer as origens. Num percurso de várias gerações, tocado pela Guerra Civil de Espanha, pelo 25 de Abril, por figuras como Marcello Caetano ou Mário Soares e Felipe González, este é também um romance sobre a idade, sobre a vida contra a morte, sobre o amor profundo e ancestral de uma família reunida, em torno do patriarca, no seu almoço de domingo.

 

José Luís Peixoto nasceu em Galveias, em 1974.
É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias, traduzidas num vasto número de idiomas, e é estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras.
Em 2001, acompanhando um imenso reconhecimento da crítica e do público, foi atribuído o Prémio Literário José Saramago ao romance Nenhum Olhar. Em 2007, Cemitério de Pianos recebeu o Prémio Cálamo Otra Mirada, destinado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha. Com Livro, venceu o prémio Libro d’Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu publicado no ano anterior, e em 2016 recebeu, no Brasil, o Prémio Oeanos com Galveias. As suas obras foram ainda finalistas de prémios internacionais como o Femina (França), Impac Dublin (Irlanda) ou o Portugal Telecom (Brasil). Na poesia, o livro Gaveta de Papéis recebeu o Prémio Daniel Faria e A Criança em Ruínas recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 2012, publicou Dentro do Segredo, Uma viagem na Coreia do Norte, a sua primeira incursão na literatura de viagens. Os seus romances estão traduzidos em mais de trinta idiomas. As suas mais recentes obras são Autobiografia (2019), na prosa, e Regresso a Casa (2020), na poesia.

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