Faixa Atual

Título

Artista

Atual

NTR DANCE

23:00 23:59

Atual

NTR Dance

23:00 23:59

Atual

NTR DANCE

23:00 23:59

Atual

NTR Dance

23:00 23:59

Background

AS CORES DOS AUTORES 103ª EMISSÃO 1ªS LEITURAS PÚBLICAS PEN 2020

Escrito por em Janeiro 31, 2020

AS CORES DOS AUTORES.

Na tela da Rádio, Histórias, Conversas, Ideias, Sensibilidades. Esculpindo Memórias. Produz Realiza JORGE GASPAR.

Emissão 103 – 1 Fevereiro – 14:30/16:30H

NTR – Network Radio # Rádio oficial do P.E.N. Clube Português

Em destaque a realização das Primeiras Leituras Públicas do PEN de 2020, com Ana Marques Gastão, Rita Marnoto e Mário de Carvalho, na Livraria Ferin em Lisboa.

Ana Marques Gastão (1962) nasceu em Lisboa. É poeta, crítica literária, ensaísta e investigadora do CLEPUL. Coordena a revista Colóquio-Letras da Fundação Gulbenkian desde 2009. Licenciada em Direito pela Universidade Católica Portuguesa e advogada, foi jornalista cultural, durante mais de vinte anos, no Diário Popular e no Diário de Notícias, e cronista nas revistas Paralelo e Artes e Leilões. Dirige, no âmbito da Festa do Chiado, desde 2008, a iniciativa «Cinco Livros/Cinco Autores», do Centro Nacional de Cultura.

Escreveu Tempo de MorrerTempo para Viver (1998), Terra sem Mãe (2000), Três Vezes Deus, em co-autoria com António Rego Chaves e Armando Silva Carvalho (2001), Nocturnos (2002), Nós/Nudos25 poemas sobre imagens de Paula Rego (traduzido para castelhano por Floriano Martins, Prémio Pen Clube 2004), Lápis Mínimo (2008) , Adornos (2011).

L de Lisboa (2015), tem a chancela Assírio & Alvim.

Organizou o livro de entrevistas O Falar dos Poetas (2011) e é autora do volume de ensaios As Palavras Fracturadas (2013). Nós/Nudos foi publicado em França com o título Noeuds (2007), tradução de Catherine Dumas. Editou no Brasil a antologia A Definição da Noite (2003).

Alguns dos seus poemas estão traduzidos para castelhano, catalão, francês, inglês, alemão, romeno e esloveno. Coordena a revista Colóquio-Letras da Fundação Gulbenkian desde 2009.

Rita Marnoto é Professora da Faculdade de Letras e do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, onde lecciona Estudos Italianos, Tradução e Literatura e Artes. É Directora do Doutoramento em Línguas Modernas – Culturas, Literaturas, Tradução, Coordenadora da Secção de Estudos Italianos e Vice-Presidente do “Centre International d Études Portugaises de Genève”. Dedicou trabalhos à literatura italiana contemporânea (vanguardas históricas, teatro moderno, neo-realismo, pós-modernismo), às vanguardas portuguesas do início do século XX e à recepção de Pirandello e de outros escritores contemporâneos em Portugal; às relações entre Portugal e Itália na época do Risorgimento; à história da literatura portuguesa do século XVIII e à Arcadia Romana; à poesia portuguesa barroca; a Luís de Camões, coordenando um projecto sobre o seu comentário, à sociedade de corte ou ao petrarquismo português do século XVI. Traduziu para português Bodoni e Pirandello e traduziu para italiano Carolina Michaëlis. Estabeleceu o texto do diário de Fernando Távora. Além disso, tem vindo a desenvolver actividade no campo da dramaturgia e da reflexão sobre as artes plásticas. Utiliza uma metodologia que tem na sua base a hermenêutica do texto, potenciando valências que explora à luz de contributos metodológicos que se estendem da semiótica à crítica textual, à história literária ou aos estudos inter-artes, de forma a inserir o fenómeno literário numa rede de centralidades, à margem de pressupostos de hierarquização. Ao considerar o dinamismo e a heterogeneidade como suas marcas intrínsecas, privilegia a intersecção entre línguas e literaturas, em particular a italiana e a portuguesa, campos artísticos e faixas diacrónicas. Recebeu várias distinções, de entre as quais a de «Grande Ufficiale della Repubblica» do «Ordine della Stella della Solidarietà Italiana», atribuído pelo Presidente da República Italiana Carlo Azeglio Ciampi.

Mário Costa Martins de Carvalho (Lisboa, 25 de Setembro de 1944), é um romancista, contista, dramaturgo e argumentista português. Mário de Carvalho nasceu numa família do Sul de Portugal. A reminiscência do Alentejo está presente em vários passos da sua obra, mas Lisboa é o lugar privilegiado dos seus textos. A prisão do seu pai pela PIDE, polícia política salazarista foi um choque duríssimo que o levaria desde muito cedo à resistência contra o regime. Já no Liceu Camões foi aluno de Mário Dionísio e colega de turma de João Aguiar e Eduardo Prado Coelho. A partir das greves estudantis de 1961-1962, desenvolveu atividade nas associações académicas e cineclubes, até à sua licenciatura pela Faculdade de Direito de Lisboa. Em 1971, devido à resistência clandestina antifascista (Partido Comunista Português) foi preso pela polícia política durante a instrução militar. Submetido a onze dias de privação do sono, acabou por cumprir catorze meses de prisão nas cadeias políticas de Caxias e Peniche. Essa situação encontra-se dramatizada filme de José Barahona: Quem é Ricardo? Saiu ilegalmente de Portugal em 1973 e exilou-se em Lund, na Suécia, onde obteve asilo político já nas vésperas da Revolução de Abril. Regressado a Portugal, após um agitado envolvimento político, dedicou-se a uma advocacia de causas, nomeadamente sindicais e de inquilinato. Integrou a direção da Associação Portuguesa de Escritores, durante as presidências de David Mourão-Ferreira (1984-1986) e Óscar Lopes (1986-88). Foi professor convidado da Escola Superior de Teatro e Cinema e da Escola Superior de Comunicação Social durante vários anos. Orientou pós-graduações em escrita de teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e várias oficinas de escrita de ficção. É pai da escritora Rita Taborda Duarte e da jornalista Ana Margarida de Carvalho.

  • Contos da Sétima Esfera (contos), 1981
  • Casos do Beco das Sardinheiras (contos), 1982
  • O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana (romance), 1982
  • A inaudita guerra da Avenida Gago Coutinho (contos), 1983
  • Fabulário (Contos), 1984
  • Contos Soltos (contos), 1986
  • A Paixão do Conde de Fróis (romance), 1986 
  • E se Tivesse a Bondade de Me Dizer Porquê? (folhetim)
  • Os Alferes (Contos), 1989
  • Quatrocentos Mil Sestércios seguido de O Conde Jano (novelas), 1991
  • Água em pena de pato (Teatro), 1991
  • Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde (romance), 1994
  • Era Bom que Trocássemos Umas Ideias Sobre o Assunto (romance), 1995
  • Apuros de um Pessimista em Fuga (novela), 1999
  • Se Perguntarem por Mim, Não Estou seguido de Haja Harmonia (teatro), 1999
  • Contos Vagabundos (contos), 2000
  • O Homem que Engoliu a Lua (infanto-juvenil), 2003
  • A Sala Magenta, 2008
  • O Homem do Turbante Verde (contos), 2011
  • Quando o Diabo Reza, 2011
  • Não Há Vozes, não Há Prantos , (teatro) 2012
  • O Varandim seguido de Ocaso em Carvabgel, (novela) 2012
  • A Liberdade De Pátio, (contos) 2013
  • Quem disser o contrário é porque tem razão, 2014
  • Novelas Extravagantes, 2015
  • Ronda das Mil Belas em Frol, 2016
  • Cronovelemas, 2017
  • O que Eu Ouvi na Barrica das Maçãs, 2019