Ao longo dos últimos anos, o CLEPUL tem estreitado as suas relações institucionais com outras unidades de investigação, com vista ao desenvolvimento de trabalhos científicos, à realização de actividades culturais (tais como colóquios, congressos, encontros e exposições), bem como à organização de acções de divulgação junto da comunidade científica e cultural.
Esta dinamização interdisciplinar ganha sobretudo em riqueza académica, patente nas trocas de experiências e conhecimentos entre universos diversificados. O CLEPUL tem protocolos/acordos de cooperação com as seguintes entidades:

ENTIDADES NACIONAIS

Amnistia Internacional Portugal
Associação Portuguesa de Tradutores
Biblioteca Nacional de Portugal
Câmara Municipal de Bragança
Câmara Municipal de Castro Verde
Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Centro de Estudos de História do Atlântico
Centro de Estudos de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
Centro de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Centro de História de Além-Mar da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade dos Açores
Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações da Universidade Técnica de Lisboa
Centro Nacional de Cultura
Confraria Rainha Santa Isabel (Coimbra)
Escola Secundária Padre António Vieira
Escola Secundária Pedro Nunes (formação de professores e alunos)
Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior
Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica – Centro Regional de Braga
Imprensa da Universidade de Coimbra
Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Instituto de Cultura Europeia e Atlântica
Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
Lisboa Autêntica
LUSOSOFIA.NET – BIBLIOTECA ON-LINE DE FILOSOFIA E CULTURA, da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior
Plano Nacional de Leitura do Ministério da Educação e Ciência
Programa de Pós-Graduação em Cultura e Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Revista Visão
Universidade Aberta
ENTIDADES INTERNACIONAIS
Associação de Língua Portuguesa em Espanha
Cátedra Fidelino de Figueiredo da Universidade do Estado da Bahia
Centro de Estudos Históricos da Maçonaria Espanhola da Universidade de Saragoça (Espanha)
Laboratório de Estudos de Poéticas e Ética na Modernidade da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo (Brasil)
Núcleo de Estudos da Cultura da Universidade Federal de Sergipe (Brasil)
Núcleo de Estudos de Literaturas de Língua Portuguesa e Ética do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Brasil)
Universidade Complutense de Madrid
Universidade Federal do Amapá

 
Na atividade literária, e da ampla atividade editorial, o destaque para dois títulos:
O primeiro: “Uma Bondade Perfeita” – já traduzido em romeno –, e com o qual Ernesto Rodrigues venceu o Prémio PEN Clube Português na categoria de Narrativa em 2017.

Tendo como pano de fundo o drama dos refugiados, “Uma Bondade Perfeita” narra os desatinos de um psicopata e mostra que quem nos salva é, não o altruísmo mecânico de uma qualquer mãe biológica, mas Ágata (bondosa, em grego), a qual, erguida entre as maiores violências, persegue o bem supremo da paz de consciência, culminando neste Séneca: «Sabes o que eu chamo ser bom: ser de uma bondade perfeita, absoluta, tal que nenhuma violência ou imposição nos possa forçar a ser maus.»
A humanidade não se salva se o mal nos torna maus, pois seremos iguais a quem, assim, nos venceu. É isso a escalada da guerra, não raro alimentada pelos media. Ser defensivo é outra coisa, e, desde logo, obviar à iniquidade, que conduz à servidão, nem que a única saída, sempre em aberto, seja uma morte digna.
O segundo: “Passos Perdidos”

Um banco de investimento quer vender projecto de lei a deputado democrata-cristão há 40 anos sem intervenção no plenário da Assembleia da República. Quem é João Félix Filostrato? A que se deve esse silêncio? Em iniciativa mediada pela assessora do grupo parlamentar, Salomé, que promove encontro com o economista-chefe João Félix Exposto, Nádia e o estagiário João Félix, também narrador, sobressai a jornalista Joana, por quem passa a história do eleito por Vila Franca e a solução de alguns enigmas. Na sombra, cresce deputada da oposição, cuja biografia se enlaça na deste. Como se organiza a queda de um anjo? Entre comportamentos oblíquos e identidades sempre esquivas, um deputado-borboleta da extrema-esquerda torna-se vítima de predadoras e perdedoras, que visam vingança em várias frentes.
Quase dois séculos de regime parlamentar e discursos inócuos ou repetitivos reflectem outros tantos passos perdidos que a Constituição de 1975 e legislaturas fracas não transformaram. Reflexão sobre a democracia em semana pascal, esta fábula política é salva, no final, por um bem enredado discurso amoroso.
 
Uma emissão com a língua portuguesa em destaque, com o conhecimento profundo de ERNESTO RODRIGUES.