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AS CORES DOS AUTORES 60ª EMISSÃO. DR RUI BEJA. A DEMOCRACIA DO LIVRO.

Escrito por em Março 29, 2019

AS CORES DOS AUTORES. 
Na tela da Rádio, Histórias, Conversas, Percursos, Ideias, Confidencias, Sensibilidades. Esculpindo Memórias. 
Produz Realiza JORGE GASPAR.

Emissão 60 – 30 Março – 14:30-16:30H.


Na emissão de hoje a presença do Dr Rui Beja, a propósito lançamento livro “DEMOCRACIA DO LIVRO EM PORTUGAL – TRANSIÇÕES, PROTAGONISTAS E EVOLUÇÃO SOCIOCULTURAL”, que ocorreu a 14 de MARÇO, na BIBLIOTECA NACIONAL, CAMPO GRANDE, LISBOA.

“A todos os que desejam conhecer a sociologia do livro, em Portugal, recomendo a leitura desta tese de doutoramento, escrita numa linguagem muito clara, com informações muito valiosas. Um marco imprescindível na sociologia do livro em Portugal. Um trabalho notável!” (DRA. TERESA MARTINS MARQUES, Académica, investigadora, escritora e presidente do PEN Clube Português.)

COROLÁRIO DE UMA INVESTIGAÇÃO|
Edição da Âncora Editora. Prefácio de José Afonso Furtado.
”Publicar em livro o resultado da investigação orientada no sentido de traçar o percurso do livro no contexto do período em observação [a década de 1970], mantendo a coerência global da tese e preservando por inteiro o seu conteúdo, constituiu o corolário do trabalho que me propus desenvolver em congruência com princípios de responsabilidade cívica que assumo como indispensáveis à preservação da memória colectiva em geral e no domínio do livro em particular.”
➖ Nota do Autor ➖


▪️Democracia do Livro em Portugal:
Transições, Protagonistas e Evolução Sociocultural▪️
“ A democracia do livro – entendida como liberdade de edição, divulgação e facilidade de acesso a obras, literárias ou de informação, publicadas sob a forma de livro – no contexto social português, constitui, pelos efeitos relevantes produzidos na evolução dos hábitos de compra e leitura de livros e subsequente impacto no desenvolvimento sociocultural, o tema central da presente obra.”
➖Nota do Autor➖

Um projecto que nasceu com o objectivo de estudar as condições sociopolíticas, culturais e profissionais que, num período em que se assistiu à transição do regime ditatorial do Estado Novo para uma democracia com liberdade de expressão e informação, caracterizaram as mudanças que ocorreram na edição e comércio livreiro na década de 70 do século XX e potenciaram o respectivo contributo para a evolução económica, social e cultural da população portuguesa. 

Propósito ambicioso que entendi importante desenvolver com sustentação institucionalmente aferida: investigação académica com base em estratégia metodológica qualitativa, contemplando utilização de fontes secundárias, documentais, e primária, entrevistas com prestigiados profissionais do livro que viveram as transformações ocorridas nos anos 1970.

Do estudo que desenvolvi resultou O Livro em Transição: Edição e Comércio do Livro em Portugal(1970-1980), tese de doutoramento em Estudos Culturais na especialidade de Sociologia da Cultura, pelas Universidades de Aveiro e do Minho, aprovada em Outubro de 2018.

Rui Beja esteve ligado ao Círculo de Leitores, editora em sistema de clube do livro então subsidiária da Bertelsmann, o maior grupo europeu de meios de comunicação, ao longo de trinta anos iniciados em 1971.
Entre 1992 e 2001 exerceu como presidente, cargo que acumulou com a presidência do Conselho de Administração da Fundação Círculo de Leitores, desde a sua constituição em 1995, e foi também presidente da Bertelsmann Portuguesa.
Esteve envolvido em vários projetos de âmbito editorial e sociocultural, com destaque para a publicação de importantes obras de referência na historiografia portuguesa, bem como na criação da editora Temas e Debates (1994), da Fundação Círculo de Leitores (1995), do Prémio Literário José Saramago (1998) e das Olimpíadas da Leitura (1998).
Em razão da atividade desenvolvida neste grupo editorial foi agraciado pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Mérito, em 10 de Junho de 2002.
No âmbito da economia e consultadoria de gestão interveio, entre 2002 e 2007, em vários projetos de desenvolvimento e reestruturação empresarial e, em representação da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, foi membro do Management Committee dos ESRA – European Sustainability Reporting Awards, tendo feito parte do respectivo júri internacional em 2004 e presidido ao júri nacional em 2004 e 2005.
Em Julho de 2008 foi eleito presidente da Direcção da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) para o triénio 2008/2011, em representação da Lisboa Editora; em Setembro de 2009, concretizados os dois objectivos maiores do programa de candidatura (modernização das Feiras do Livro de Lisboa e do Porto e agregação do movimento associativo editorial e livreiro que em 1999 se cindira em duas entidades – APEL e UEP), cessou funções tendo em vista a recomposição dos Órgão Sociais decorrente do processo de reunificação na APEL.
Na sequência de quatro décadas de envolvimento profissional como gestor, com predominância na indústria do livro, passou a intervir no domínio da escrita, da divulgação e da investigação relacionada com a gestão empresarial, a responsabilidade social e, fundamentalmente, a edição, o livro e a leitura. É autor das obras: Risk Management: Gestão, Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio (2004); À Janela dos Livros: Memória de 30 anos de Círculo de Leitores (2011); A Edição em Portugal (1970-2010): Percursos e Perspectivas (2012) e Democracia do Livro em Portugal – Transições, Protagonistas e Evolução Sociocultural (2019).


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