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CICLO RECITAIS SANTA CASA

Escrito por em Fevereiro 5, 2021

PROGRAMA

 

QUINTETO COM PIANO DE SCHUMANN – 6 de fevereiro

SCHUBERT, BEETHOVEN E CLÁUDIO CARNEYRO – 13 de fevereiro

ASTOR PIAZZOLLA – 20 de fevereiro

TROMPETES, TÍMPANOS E CORDAS – 27 de fevereiro

BACH, COM FLAUTA E PIANO – 6 de março

QUARTETO PARA O FIM DO TEMPO – 13 de março

 

 

É a cultura possível em tempos de pandemia. Com as salas de espetáculo fechadas, a Metropolitana e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa não querem privar os cidadãos de música. Por isso, juntaram-se para gravar seis recitais que vão agora ser transmitidos online a partir deste sábado, às nove da noite.

“Astor Piazzola” é transmitido dia 20 de fevereiro

“Não se trata de uma repetição ou reposição de um concerto antigo. É mesmo uma estreia. É um conjunto de recitais que o público ainda não viu, e resultado de uma união entre a Metropolitana e o nosso patrocinador principal, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa”. O alerta é do maestro Pedro Neves, diretor artístico da Metropolitana, sobre o Ciclo de Recitais Santa Casa, que se inicia este sábado, com transmissão online no site da SCML.

As gravações foram feitas no final do ano passado, quando estávamos ainda desconfinados, mas já debaixo de fortes medidas de segurança. “Este trabalho de reinvenção, que a Metropolitana está habituada a fazer, é ainda mais necessário no tempo que vivemos. Porque precisamos de manter o contacto com o nosso público, manter a nossa relação viva com a música”, explica Pedro Neves, que desde o início do ano é o Maestro Titular da OML.

Os seis recitais, que serão transmitidos todos ao sábado às 21h00, no site da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, juntam pequenos grupos de música de câmara a interpretar grandes compositores como Schumann, Schubert, Beethoven, Piazzola, Bach.

O primeiro recital acontece já este sábado. “Quinteto com Piano de Schumann” junta o pianista António Rosado, Artista Associado da Temporada, aos violinos de Ana Pereira (Concertino da OML) e José Pereira, à viola de Joana Cipriano e ao violoncelo de Nuno Abreu.

Solistas da Metropolitana tocam Schumann

Na próxima semana, é a vez de “Schubert, Beethoven e Cláudio Carneyro”, interpretado por José Teixeira (violino), Irma Skenderi (viola) e Ana Cláudia Serrão (violoncelista).

A 20 de Fevereiro, vai poder ver e ouvir no site da Santa Casa o recital “Astor Piazzola”. Os Solistas da Metropolitana serão Diana Tzonkova (violino) e Ercole de Conca (contrabaixo).

A estreia do quarto recital, “Trompetes, Tímpanos e Cordas”, está marcada para 27 e fevereiro. O concerto será interpretado por Sérgio Charrinho e João Moreira (trompetes), Fernando Llopis (tímpanos),  Alexêi Tolpygo, Carlos Damas, Joana Dias, Nonna Manicheva, Daniela Radu (violinos), Valentin Petrov e Andrei Ratnikov (violas), Jian Hong (violoncelo) e Vladimir Kouznetsov (contrabaixo).

Dia 27 é a vez de “Trompetes, Tímpanos e Cordas”

“Bach, com Flauta e Piano” acontece a 6 de março no site da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa pelos Jovens Solistas da Metropolitana. Apresenta-se a Classe de Flauta do professor Nuno Inácio na Academia Nacional Superior de Orquetra: Ana Clara Sousa, Raquel Varela, Janete Silva, Hélio Santos, Carolina Rosa (flautas), acompanhados ao piano pelo professor Alexei Eremine.

Finalmente, a 13 de março o público vai poder ver e ouvir o último recital desde ciclo. “Quarteto para o Fim do Tempo” apresenta “um grande ato de fé” de Messiaen, interpretado pelo clarinete de Nuno Silva, o violino de Ana Pereira, o violoncelo de Nuno Abreu e o piano de António Rosado.

“O músico é como um atleta de alta competição”

O trabalho de um músico em confinamento é “intenso e meticuloso”, defende o diretor artístico da Metropolitana. Para Pedro Neves, “um músico é como uma atleta de alta competição, é um especialista no seu instrumento, e precisa de treino, prática, estudo”.

Portanto, quem pensa que em tempo de confinamento, e com as atividades artísticas suspensas, o músico fica parado, está enganado. “Mesmo em casa, os músicos continuam a trabalhar. Nada muda, nesse aspeto. O que é impossível é o nosso trabalho de grupo, tão essencial à vida da orquestra e da música em particular”, conclui o maestro.

(via: metropolitana.pt)


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