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DIAS DA DANÇA

Escrito por em Abril 9, 2021

Dez dias, 22 espetáculos, 16 em estreia absoluta ou nacional,

Porto, Matosinhos, Gaia e Viana do Castelo recebem a quinta edição do certame dedicado à dança contemporânea.

O Festival Dias da Dança (DDD) acontece entre 20 e 30 de abril, com um programa que “aposta na criação nacional, adaptado e dotado de novas ferramentas” para enfrentar as condicionantes da pandemia, anunciou a organização. Com a possibilidade de reabertura dos teatros no dia 19, estão previstos espetáculos no Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos e Viana do Castelo.

A quinta edição terá 22 espetáculos, 16 dos quais nacionais, e um projeto expositivo. O programa divide-se entre o formato digital e os palcos das salas nas cidades promotoras, a que se junta Viana do Castelo, onde haverá uma “edição cápsula” com duas datas, como disse Tiago Guedes, diretor artístico do certame.

“O cancelamento do DDD 2020 deixou marcas nos artistas, que viram interrompidos os seus trabalhos; a tecnologia deixa marcas nos públicos, que se veem privados das dinâmicas sociais; e marcas nos organizadores e coprodutores, com efeitos nefastos na região. Mas esta fez um reforço de vontades para que não passasse mais um ano sem o DDD”, referiu Rui Moreira, presidente da Autarquia do Porto e vereador da Cultura, agradecendo aos artistas, produtores e mecenas pela “necessidade imperativa de fazer acontecer”.

Haverá um espetáculo por dia ao vivo pelas 19 horas, e um online às 22 horas. As atuações presenciais são distribuídas pelos diversos teatros da Frente Atlântica (Rivoli, Carlos Alberto, Constantino Nery, Serralves, Auditório de Gaia) e, este ano, o Sá de Miranda.

Aposta no online

Esta edição do DDD não conta com a Semana+, dedicada aos programadores internacionais e partilhada com o Festival Internacional de Expressão Ibérica. Em sentido oposto, apostou-se no online, não só para o visionamento de espetáculos, documentários e conversas, mas também para que o festival possa ser “uma rampa de lançamento para os artistas”, disse Tiago Guedes.

Luísa Salgueiro, presidente da Câmara de Matosinhos, apelou à participação no “maior festival de dança que Portugal apresenta”. Paula Carvalhal, vereadora da Câmara de Gaia, sublinhou: “Reinventamo-nos na forma de chegar aos públicos”.

São quatro as produções internacionais e serão emitidas online. Na inauguração, dia 20, haverá “Room with a view”, uma criação do coletivo francês (LA) Horde que dirige o Ballet National de Marseille.

No dia 21 é a vez de “(B)reaching stillness”, da coreógrafa suíça Lea Moro, e a 22 “L”affadissement du merveilleux”, da canadiana Catherine Gaudet. No fecho, a 30, assiste-se a “North Korea dance”, da coreógrafa sul-coreana Eun-Me Ahn, que em 2017 esteve no Rivoli com “Dancing grandmothers”. Os espetáculos estarão disponíveis para visualização durante 50 horas.

Além das estreias mundiais (ler abaixo), serão apresentados projetos nacionais recentes de coreógrafos com carreiras firmadas, como Victor Hugo Pontes, Cláudia Dias e João Fiadeiro. Também estará presente Tiago Rodrigues, diretor do Teatro Nacional D. Maria II, em colaboração com Mathilde Monnier e La Ribot, com “Please please please”, dias 22 e 23 de abril, no Teatro Carlos Alberto.

Bate-Fado
Jonas&Lander
DIA 20, RIVOLI
Uma pesquisa antropológica em formato de concerto, sobre as origens do fado batido, por um dos duos mais criativos da dança contemporânea nacional.

Iceberg
Ana Isabel Castro
DIA 27, CONSTANTINO NERY
Segunda obra de uma jovem coreógrafa que trabalha a partir do Porto e que congregou vários apoios da crítica nacional e internacional.

Cabraqimera
Catarina Miranda
DIA 28, RIVOLI
Uma peça feita a alta velocidade por um quarteto de patins, numa investigação sobre o que poderá ser o futuro da Humanidade.

Viaduto
Renan Martins de Oliveira e Frankão
DIA 29, AUDITÓRIO DE GAIA
Revisitação das festas feitas aos fins de tarde nos viadutos do Rio de Janeiro, de onde o coreógrafo é natural. Uma exploração do que é atualmente um corpo social privado da liberdade.

Siri
Jorge Jácome e Marco da Silva Ferreira
DIA 30, CAMPO ALEGRE
Uma das estreias mais aguardadas do DDD. Marco da Silva Ferreira junta-se ao cineasta Jorge Jácome para apresentar uma peça futurista. Em palco estarão quatro humanos e 12 robôs numa proposta coreográfica pouco usual.

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