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NO 10º FESTIVAL AO LARGO "CARMINA BURANA" DE CARL ORFF A 6 E 7 JULHO ÀS 21.30H NO LARGO S. CARLOS – CHIADO – LISBOA.

Escrito por em Julho 4, 2018

CARMINA BURANA

Carl Orff (1895-1982)

 Estreada na Ópera de Frankfurt a 8 de junho de 1937, a cantata cénica Carmina Burana faz parte da trilogia de Carl Orff (1895-1982) que inclui Catulli Carmina e Trionfo di Afrodite. Inspirada em 24 poemas escritos em latim medieval dos séculos XII e XIII, a obra de Orff fala-nos da efemeridade da riqueza e da vida, dos prazeres do jogo, da bebida e da alegria sentida pelo regresso da primavera. Logo após a estreia, Carmina Burana tornou-se uma peça muito popular, que começa e termina com O fortuna, um tema instantaneamente reconhecido em todo o mundo.

Direção musical

Domenico Longo
Soprano
Carla Caramujo
Tenor
Carlos Cardoso
Barítono
Christian Luján

Coro Juvenil de Lisboa

Maestro titular Nuno Margarido Lopes

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Maestro titular Giovanni Andreoli

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Maestrina titular Joana Carneiro

 

ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA

Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos. Tem vindo a desenvolver uma atividade sinfónica própria, incluindo participações em festivais de música nacionais e internacionais. Colabora com a RTP através da transmissão dos seus concertos e óperas pela Antena 2, com destaque para a tetralogia O Anel do Nibelungo e Dialogues des Carmélites, a participação no Prémio Pedro de Freitas Branco para Jovens Chefes de Orquestra, no Prémio Jovens Músicos-RDP e na Tribuna Internacional de Jovens Intérpretes. Tem-se apresentado sob a direção de maestros como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Michel Plasson, Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Jeffrey Tate, entre outros. A discografia da OSP conta com dois CD para a etiqueta Marco Polo, com as Sinfonias n.os 1, 3, 5 e 6 de Joly Braga Santos, as quais gravou sob a direção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto, e Crossing borders (obras de Wagner, Gershwin e Mendelssohn), sob a direção de Julia Jones, numa gravação ao vivo pela Antena 2. No cargo de maestro titular, seguiram-se José Ramón Encinar (1999-2001), Zoltán Peskó (2001-2004) e Julia Jones (2008-2011); Donato Renzetti desempenhou funções de primeiro maestro convidado entre 2005 e 2007. Atualmente, a direção musical está a cargo de Joana Carneiro.


 

CORO DO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS

Criado em 1943, sob a direção de Mario Pellegrini, o Coro cumpre uma fase intensiva de assimilação do grande repertório operístico e de oratória. Entre 1962 e 1975, colaborou nas temporadas da Companhia Portuguesa de Ópera, sediada no Teatro da Trindade, deslocando-se com a mesma à Madeira, aos Açores, a Angola e a Oviedo (1965), a convite do Teatro Campoamor, e obtendo o Prémio de Música Clássica conferido pela Casa da Imprensa. Participou em estreias mundiais de autores portugueses, como Fernando Lopes-Graça (D. Duardos e Flérida) e António Victorino d’Almeida (Canto da Ocidental Praia). Em 1980, foi criado um primeiro núcleo coral a tempo inteiro, sendo a profissionalização do Coro consumada em 1983, sob a direção de Antonio Brainovitch. A afirmação artística do conjunto é creditada a Gianni Beltrami, a partir de 1985. João Paulo Santos sucedeu-lhe e sob a sua responsabilidade registam-se vários êxitos: MefistofeleBlimunda e DivaraLe rossignolEugene OneginLes TroyensTannhäuser e Le grand macabre, entre muitos outros. Em 1991, deslocou-se com o Requiem de Verdi a Bruxelas. O Coro tem atuado sob a direção de maestros como Votto, Serafin, Gui, Giulini, Fabritiis, Klemperer, Molinari-Pradelli, Ghione, Erede, Zedda, Solti, Santi, Rescigno, Bartoletti, Bonynge, Navarro, Rennert, Burgos, Ferraris, Conlon, Christophers, Plasson, entre outros, e também de maestros portugueses, como Pedro de Freitas Branco. Atualmente, é dirigido por Giovanni Andreoli.

CORO JUVENIL DE LISBOA

É coro residente no Teatro Nacional de São Carlos, com o qual tem colaborado e estabeleceu um protocolo desde a sua formação em 2011 pelo maestro Nuno Margarido Lopes. Este projeto estreou a 14 de maio de 2011 no Museu da Música e no Palácio Nacional da Ajuda. Dos concertos realizados destacam-se os seguintes artistas: Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direção do maestro João Paulo Santos; Festivais de Outono com o ator João Grosso (Teatro Aveirense); Gala Verdi 200 Anos (Grande Auditório da Culturgest); Festival Música em São Roque com a Orquestra Damas de São Carlos; Prémio Internacional Festival Terras Sem Sombra, concerto de homenagem a Teresa Berganza; 25 Anos de Carreira do soprano Elisabete Matos, no Teatro Nacional de São Carlos, com o Coro do TNSC; Orquestra Sinfónica Portuguesa; os solistas Aquiles Machado, Juan Pons e Elisabete Matos. Desde 2012 que tem participado anualmente no Prémio Festival Terras Sem Sombra, no Festival ao Largo e nas temporadas do Teatro Nacional de São Carlos, destacando-se as óperas WertherEl Gato MontésCarmen e Pagliacci. Colabora também com a Embaixada de França em Portugal. Em 2013, lançou o primeiro CD, com obras de Victor Palma.
 
 
6 julho sexta-feira · 7 julho sábado · 21:30
Largo de São Carlos, Chiado
Lisboa
 
(via: festivalaolargo)


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