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"O CORO DA DESORDEM" NUNO JÚDICE

Escrito por em Novembro 2, 2020

 Prémio PEN, na categoria de Poesia.

O LIVRO DO DIA NTR

Chancela D. Quixote.

Nuno Júdice é hoje uma das vozes mais valorizadas e singulares da literatura contemporânea, pela sua permanente luta contra o indizível da palavra e da poesia.O mistério, a criação e a revelação do absoluto e do sagrado são explorados por Júdice nessa tão sua tentativa de modelar nas formas que a língua lhe colocou à disposição ou na «liberdade» que a linguagem lhe permite e «autoriza».

Depois de O Mito de Europa (Prémio Sá de Miranda 2019) o novo livro de Nuno Júdice, O Coro da Desordem, mantém o poema de amplo fôlego combinado com poemas narrativos, quase pequenas histórias, e outros de natureza lírica em que o amor é tratado a partir de grandes poetas, de Hölderlin a Rilke, numa actualização do tema.

De novo, uma obra que recupera a alta tradição poética renovando-a e subvertendo-a na linha de uma poética que se projecta para além de Portugal e da Europa.

Nuno Júdice nasceu no Algarve, em 1949. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e é um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2104, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.


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