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"ROTEIRO AQUEDUTO" VISITA GUIADA 11 JANEIRO

Escrito por em Janeiro 10, 2020

Roteiro Aqueduto: dos Arcos Vale de Alcântara às Amoreiras.

11.01.2020 (sábado) – 15,00H
Visita Guiada ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Venha conhecer e apreciar esta notável obra de engenharia que os Portugueses deixaram à Humanidade, realizando a travessia do Aqueduto do Vale de Alcântara até às Amoreiras.

14,45h | Encontro na entrada do Aqueduto – Calçada da Quintinha, 6 – Lisboa
15,00h | Início da visita guiada ao Aqueduto com a travessia do Passeio dos Arcos no Vale de Alcântara
17,00h | Arco Triunfal D. João V e Arcos das Amoreiras
17,30h | Lanche Jardim das Amoreiras.

Condições de Inscrição
– Valor do Roteiro – 15,00€ p/pessoa
(Incluído no Roteiro: Visita Guiada, Bilhete de Entrada no Aqueduto, Rádio Guias, Lanche, Seguros para a actividade)
– Jovens até 18 anos – 10,00€
– Crianças até 10 anos – Gratuito

– Limite máximo de participantes – 30 Pessoas, reservado exclusivamente para a Explore Latitudes.
– Obrigatório Inscrição, as inscrições serão registadas por ordem e até ao limite máximo.

Aqueduto das Águas Livres de Lisboa
A intenção da construção do Aqueduto começa a ter forma com a ideia de levar a água das nascentes das Águas Livres, em Belas, para a cidade de Lisboa, nos reinados de D. Manuel, D. João III e D. Sebastião.

Em 1571, Francisco de Holanda, para garantir o abastecimento de água à capital, propôs ao rei D. Sebastião a reconstrução de um aqueduto e da antiga barragem romana de Olíssipo. Só no reinado de D. João V, em pleno Séc. XVIII foi decidido avançar com a construção, tendo os custos sido integralmente suportados pela população de Lisboa, através de taxas sobre a carne, o azeite e o vinho.

O projecto e a construção do aqueduto devem-se essencialmente ao brigadeiro Manuel da Maia, ao sargento-mor Custódio Vieira, ao capitão de engenharia Carlos Mardel e ao procurador da cidade, Cláudio Gorgel do Amaral, pela sua determinação em resolver o problema do abastecimento de água à cidade de Lisboa. O rei D. João V, saturnino por devoção, assinou em 12 de Maio de 1731, um sábado, o decreto régio para a construção do Real Aqueduto das Agoas Livres.
Apesar de ter começado a abastecer de água uma rede de chafarizes na cidade de Lisboa a partir de 1748, só ficou concluído em 1834.

O Aqueduto das Águas Livres guarda um conhecimento, um saber únicos, uma obra hidráulica notável, uma beleza inigualável, o trabalho de inúmeros pedreiros que desbastaram as pedras para lhe dar forma, o único monumento câmara escura jamais construído, que permite o reflexo da paisagem exterior num jogo de cor, luz, sombra, aromas que toca o sagrado e que jamais nos separa do Todo. Um sistema de distribuição de água duplo, que os Portugueses deixam à Humanidade.