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"SANTA CASA – PORTUGAL AO VIVO" CONCERTOS 6 NOVEMBRO A 19 DEZEMBRO

Escrito por em Novembro 5, 2020

A SÉRIE DE 40 CONCERTOS ARRANCA A 6 DE NOVEMBRO COM ESPETÁCULOS DE JORGE PALMA, EM LISBOA, E DE PAULO GONZO NO PORTO. E COM NORMAS DE SEGURANÇA.


Santa Casa Portugal ao Vivo 2020 – Cultura para todos é uma iniciativa que quer ajudar a retoma da cultura em Portugal. Ao todo, no âmbito desta iniciativa, estão marcados 20 espetáculos em Lisboa (no Campo Pequeno) e mais 20 no Porto (no Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota). 

Os 40 concertos/espetáculos vão decorrer entre 6 de novembro e 19 de dezembro. O início de cada espetáculo está marcado para as 21h00, estando o final marcado para as 22h15 de forma a respeitar a obrigatoriedade de encerrar as salas às 22h30 – um das normas mais recentes anunciadas pelo Governo para combater a Covid-19.

No cartaz do evento estão nomes como Jorge Palma, Xutos & Pontapés, Rui Veloso, Paulo Gonzo, Mariza, Diogo Piçarra, David Carreira, Amor Electro, Dino D?Santiago,  Carminho, Aurea, Camané e Mário Laginha, Tiago Nacarato e Bárbara Tinoco, Branko, Paulo Gonzo, Rui Veloso, The Gift, Richie Campbell, Mishlawi, Rodrigo Leão, Mafalda Veiga, Os Quatro e Meia, Plutónio, Fernando Daniel, Anjos e Moonspell.

Eis o cartaz:




Agora vamos às medidas de segurança que foram anunciadas pela Direção-Geral da Saúde no passado mês de maio e que são seguidas à risca para assegurar a segurança de todos. “Cada espetáculo é pensado com base no cumprimento rigoroso das normas impostas pela Direção-Geral da Saúde (DGS)”, referem os sites das promotoras do evento (Everything Is New e PEV Entertainment).

Vamos por isso relembrar as medidas essenciais para que a segurança esteja assegurada. Importa lembrar que o uso de máscara é obrigatório mesmo fora do recinto, os ajuntamentos estão restritos a cinco pessoas e o uso recorrente de gel desinfetante é essencial.


– A entrada dos espectadores na sala deve ser realizada por ordem de fila e de lugar, evitando o cruzamento entre espectadores;

– A saída dos espectadores da sala deve ser realizada, de preferência, por local diferente da entrada, no sentido do lugar mais próximo da saída para o mais afastado, evitando o cruzamento entre as pessoas;

– De modo a evitar qualquer tipo de congestionamento, todas as entradas e saídas terão circuitos próprios com a devida sinalização;

– Sempre que possível, as portas de acesso devem permanecer abertas para permitir a passagem de pessoas, evitando o seu manuseamento;

– Devem ser eliminados ou reduzidos os pontos de estrangulamento de passagem;

– O uso de máscaras é obrigatório;

– Todos os lugares na sala estarão identificados e cumprem o distanciamento obrigatório entre os espectadores que não façam parte do mesmo agregado; 

– A ocupação dos lugares sentados deve ser efetuada com um lugar livre entre espectadores que não sejam coabitantes, sendo a fila anterior e seguinte com ocupação de lugares desencontrados

– Nas salas de espetáculos ou similares com palco, não devem ser ocupadas as duas primeiras filas junto ao palco ou, em alternativa, deve ser garantida a distância de pelo menos 2 metros entre a boca de cena e a primeira fila ocupada;
 
– Deve ser reforçada e dada preferência à compra antecipada de ingressos por via eletrónica;

– As áreas de espera e de atendimento devem ser organizadas por forma a evitar a formação de filas, garantido o distanciamento de 2 metros entre pessoas que não sejam coabitantes, através da sinalização de circuitos e marcações físicas de distanciamento (verticais ou com marcação no chão, por exemplo);

– Os postos de atendimento devem, preferencialmente e se possível, estar equipados com barreiras de proteção (ex.: acrílico). Se não por possível a instalação de barreiras de proteção, o atendimento não deve ser realizado a menos de 2 metros. Se o atendimento for realizado a menos de 2 metros, o colaborador deve estar equipado com máscara;

– No ato de pagamento, para proteção dos utilizadores, devem ser utilizadas vias sem contacto (como aplicações informáticas ou cartões contactless) ou, no caso de serem utilizadas moedas e notas bancárias, as mãos devem ser higienizadas após o seu manuseamento;

– O contacto com objetos que estejam na posse dos utilizadores, tais como telemóveis, bilhetes ou cartões, deve ser evitado. Sempre que o mesmo seja indispensável, deve ser realizada a higienização das mãos antes e depois do contacto;

– Deve ser assegurada, sempre que possível, uma boa ventilação dos espaços, preferencialmente com ventilação natural, através da abertura de portas ou janelas, nos períodos do dia com menor calor. Pode também ser utilizada ventilação mecânica de ar (sistema AVAC ? Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado);

– Os espaços, equipamentos, objetos e superfícies devem ser limpos e desinfetados periodicamente, conforme a sua frequência de utilização, de acordo com a Orientação 014/2020 da DGS. Os objetos e superfícies de toque comum e regular (ex: corrimãos, maçanetas das portas e botões de elevador) devem ser desinfetados com maior regularidade;

– Os colaboradores devem efetuar a automonitorização diária de sinais e sintomas e abster-se de ir trabalhar se surgir sintomatologia compatível com Covid-19. Devem contactar o SNS 24, ou outras linhas criadas para o efeito, de acordo com a Norma 004/2020 da DGS;

– Os utilizadores que tenham sintomatologia compatível com Covid-19 devem abster-se de frequentar os equipamentos culturais.


A iniciativa Santa Casa – Portugal ao Vivo é uma parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Câmara de Lisboa, a EGEAC e a Câmara Municipal do Porto. 


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